terraEspecialistas de grandes empresas compartilham as exigências do mercado atual

Fundação Dom Cabral, USP, FGV, ESPM, PUC, FAAP. Estas siglas e nomes dizem muita coisa para você? No mercado, são reconhecidas como instituições de peso. Mas até que ponto este nome pode nortear o destino de um candidato? Conversamos com especialistas em Recursos Humanos de grandes empresas, que compartilharam algumas das exigências do mercado atual. Confira.

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Joana Rudiger conta que, na Unilever, a busca da empresa é por candidatos que tenham paixão e que possam trazer uma visão diferente. “Estas pessoas podem estar em qualquer escola ou faculdade, portanto, o nome da faculdade não é um ponto crucial na hora de avaliar um currículo. Muitas vezes a experiência profissional substitui a credencial que uma faculdade de renome pode imprimir”, analisa.

A especialista destaca também a importância de se investir nos próprios talentos. “Desenvolver suas habilidades para que elas sejam um diferencial é também uma forma de ser percebido como um talento em potencial para muitas empresas”, pontua.

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Para Roberta Dutra, “conquistar uma vaga depende mais da dedicação e do objetivo de cada um do que da instituição de ensino em que foi concluída a graduação”.

A profissional reconhece que as universidades de prestígio têm uma grande contribuição na formação técnica dos profissionais, mas afirma que na White Martins o que é levado em conta é a soma do conhecimento técnico com as habilidades comportamentais.

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Samuel Lopes discorda das demais fontes ouvidas e diz que sim, o nome da instituição pesa muito no currículo. “USP, FGV, ESPM, PUC, FAAP, Fundação Dom Cabral são sempre nomes de instituições que saltam aos olhos e que criam altas expectativas quando das entrevistas com os candidatos.”

No entanto, ele reforça que a instituição não é o único ponto a ser avaliado em um currículo e jamais garante uma vaga ou o crescimento em uma organização. “O profissional nunca pode parar de querer adquirir conhecimento. Educação é investimento”, crava.

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Cátia afirma que, na Souza Cruz, não é feito um filtro por faculdade. “Buscamos jovens com capacidade de desenvolvimento e crescimento em um ambiente desafiador”, afirma. Além da fluência em inglês, a companhia também valoriza competências alinhadas à cultura da empresa, “como aprender rápido e ser ágil, ter resiliência e ser motivado por desafios”.

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Publicado em: Portal Terra Educação

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